Sua prática dialoga com a cultura do Cerrado, as tradições artesanais e as narrativas contemporâneas sobre corpo, gênero e pertencimento, criando obras que evocam identidades híbridas e simbologias sociais. O fazer manual é central em seu processo, valorizando técnicas artesanais e a transformação da matéria como linguagem estética.
Esculturas autorais, feitas à mão, com forte identidade visual e conexão com a cultura goiana e o Cerrado, utilizando materiais naturais e reaproveitados.